quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Novidades sobre a situação dos livros eletrônicos lá fora

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Aqui vai um apanhado de manchetes internacionais sobre o mundo dos livros eletrônicos:

Por que a política dos livros eletrônicos na Europa é tão esquizofrênica?



O imposto sobre o valor agregado (IVA) varia demais de um país para o outro na Europa, conforme indicado no gráfico acima. A barra verde mostra a porcentagem de IVA paga sobre as vendas de livros eletrônicos e a barra azulada corresponde aos livros impressos.

Como podemos notar, a maioria dos países (Suécia, Polônia, Itália, Alemanha, Holanda e Espanha) aplica uma taxa exorbitante para o primeiro em comparação ao segundo. A exceção é a Dinamarca, que aplica 25% independentemente do formato do livro.

Porém, em meados deste ano, a Comissão Europeia entrou com um "processo de violação" contra a França e Luxemburgo por impor taxas mais baixas. A França aplica 5,5% sobre a venda dos livros digitais, o que está abaixo dos 7% sobre a venda dos impressos. Luxemburgo tem a menor taxa, com 3% para ambos os formatos.

Leia mais [em inglês] no site Publishing Perspectives





Amazon força editoras no Reino Unido a pagar 20% de IVA sobre as vendas de livros eletrônicos

A Amazon.co.uk, operando no Reino Unido mas estabelecida em Luxemburgo, está lucrando graças a uma anomalia fiscal na Europa. A empresa paga somente 3% de imposto no país da sua sede sobre o valor agregado (IVA) respectivo às vendas de livros digitais vendidos aos leitores no Reino Unido. Porém, a empresa está forçando as editoras inglesas a cobrirem o custo de 20% de IVA sobre as vendas de livros eletrônicos no mercado nacional. Isso só é possível e aceito (por enquanto) porque a Amazon está em uma posição de quase monopólio no mercado editorial de livros eletrônicos no Reino Unido.

Leia mais [em inglês] no jornal Guardian



Perfil dos leitores jovens nos EUA

De acordo com um estudo realizado recentemente pelo Pew Research Center, 60% dos americanos na faixa etária de 16 a 29 anos ainda usa a biblioteca mais próxima para manter-se atualizado na leitura.

Nesse público ―chamado de "adultos jovens", ou YA (Young Adults) na gíria editorial― 83% afirma ter lido pelo menos um livro em 2011. Desse grupo 75% informa que leu um livro impresso, 19% leu livros eletrônicos e 11% preferiu o formato em áudio.

Dentre os leitores YA que leem livros eletrônicos, 41% o fez no celular, 55% no computador, 23% usou em um aparelho de leitura e somente 16% usou um tablet.

Leia mais [em inglês] no site Publishing Perspectives


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