sexta-feira, 12 de outubro de 2012

PLS 114/10 agora vira PL 4534/2012 na câmara, hora de fazer pressão para termos e-readers e ebooks mais baratos no natal. Eleição é hora de cobrança!

Aumentar Letra Diminuir Letra



O projeto que pretende fazer valer o espírito e o texto constitucional, sem desentendimentos safados foi aprovado no Senado: o projeto PLS 114/10 foi aprovado, agora foi para a câmara e virou PL 4534/2012, fiquem de olho e acompanhem como anda o projeto. A situação atual depende do presidente da câmara, o deputado petista Marco Maia, o governo já se manifestou contra o projeto, a Dilma e o PT já impuseram barreiras ao livro eletrônico e não vão querer que o projeto suceda; e está nas mãos de um petista o andamento, se ele colocar em votação, nós damos conta de propagandear quem votar contra, para que fique a pecha de contra a educação e o eleitor saiba quem é o deputado em quem estará votando. Se o deputado petista Marco Maia resolver engavetar, protelar, ou impor obstáculos, vamos creditar o demérito na conta do deputado, do PT e do governo. E olha que interessante... estamos justamente na época da eleição, apesar destes candidatos não estarem à baila, o PT está muito preocupado com as eleições municipais, hora de cobrar a aprovação do projeto! Caso contrário deixamos a pecha que todo petista é contra a educação do brasileiro!

Para quem não está acompanhando, um rápido resumo: Nossa constituição veta a incidência de imposto ao livro, é uma coisa de princípios, pois o livro é necessário para a liberdade do pensamento e difusão da cultura, pedras basilares em nossa carta, e para garantir que livros não sejam taxados de forma indireta, a carta veda o imposto sobre o papel onde o livro é impresso, pois antigamente este era o meio, não pode-se taxar livro, mas taxando o papel o governo iria taxar o livro, assim o texto inclui uma conjunção aditiva, o “e” que define que livros e o papel destinado à sua impressão são isentos. Mas o governo Dilma, o PT, de forma torta taxa o ebook, pois considera que livros são apenas os de papel, lógico que qualquer leitor sabe o que é uma conjunção aditiva, e se não bastasse, o espírito da carta deixa claro que não é isento de imposto apenas o livro de papel. A realidade é que nem Dilma, nem o PT quer livros mais baratos e acessíveis, pois vai contra o plano deles de controle da mídia, e não é interessante que o cidadão brasileiro torne-se educado a ponto de poder acompanhar um julgamento do supremo. O PLS 114/10 força o governo a entender que livro é livro, não importa a sua forma, e assim goza da isenção preconizada na constituição. Por isso o governo é contra o projeto, pois se o governo PT quisesse seria muito fácil acabar com o imposto ao livro eletrônico, o imposto da vergonha, da ignorância, para manter os brasileiros sem acesso à literatura, incultos.

Vamos agora a uma pequena lição de republicanismo e democracia: No regime democrático o eleitor (nós), votamos em representantes para nos representar, é do dever deles fazer o melhor para o povo, e é o nosso dever cobrar, não existe relação de “toma lá e dá cá”, não cobramos que façam o que deve pois é o que devem fazer: nos representar, assim não é condição, é obrigação nos representarem. O presidente da república indica um ministro do supremo, o senado aprova, mas o judiciário é um poder independente, não deve favores, ou não deveria dever ao executivo que o nomeou, nem ao legislativo, que devem ver o melhor para o país. Em uma rara demonstração de republicanismo o supremo tribunal federal mostrou sua independência, julgando e condenando os altos membros do PT por corrupção, um esquema avassalador envolvendo todo o Brasil por conta da cúpula do partido no poder executivo. Isso é o papel institucional, o que os poderes devem fazer para manter a ordem democrática, a vassalagem é contra esta ordem, por que digo isso? Um deputado não aprova uma lei como um favor ao eleitor, ele o faz pois é seu dever, no caso do PLS 114/10 o Senado aprovou, e é ele que representa o Estado, o andamento republicano. A câmara representa a nós cidadãos e duvido que haja maioria de cidadãos que gostam de pagar mais imposto, assim, é obrigação da câmara nos representar, ou seja, aprovar um projeto que só trará bem ao cidadão. Se o deputado petista Marco Maia interpor dificuldades ou protelar a aprovação, pois seu partido PT é contra e o governo é contra, mesmo eles sendo contra o povo, é nosso dever lutar pelo nosso direito. O mecanismo que temos para isto, mais fácil, é o voto, e estamos em eleição, muitos candidatos petistas estão no segundo turno e é nosso dever cobrar e lhes impor a pecha, pois nenhum eleitor, nem o mais humilde, apóia quem é contra a educação, e ser contra a diminuição de preços em livros é ser contra educação e cultura, pois o livro é seu insumo básico, ainda mais em um país onde 75% da população não tem domínio pleno da leitura.

Por isso digo, vamos fazer pressão nesta eleição, em nossa cidade. No meu caso é muito simples, aqui em Sampa o candidato petista é o Haddad, ex ministro da educação, o cara dos escândalos e incompetência na organização do ENEM, ele que como ministro não ajudou o livro, e em sua gestão a educação piorou na maior onda de prosperidade mundial. Marco Maia é do partido do Haddad, assim como Dilma, que não acabou com o imposto da vergonha, mas apóiam o Haddad; Dilma teve até a desfaçatez de usar o nosso dinheiro para deslocar-se de Brasília a São Paulo com toda sua comitiva e nosso avião e dinheiro para participar em uma reunião com Lula que nem tem cargo no governo, usando para isto quatro horas no escritório da presidência que é público e não para uso de partidos. Na agenda presidencial que é pública, apenas: “agenda privada”. É o uso dos recursos do governo, o nosso dinheiro para fins partidários eleitorais, um governo governa para todos, não para o partido que o elegeu. O mesmo não ocorreu no mensalão? Com gabinetes do palácio do planalto usados para encontros escusos que não apareciam na agenda oficial entre Dirceu, hoje condenado no supremo como corruptor, Marcos Valério e a cúpula do Rural? Está tudo aí, às claras, no julgamento televisionado! Uso dos recursos do governo para fins privados, e não é que Dilma, a mesma Dilma do PT que cobra imposto no ebook, em detrimento à constituição, faz o mesmo?

Dilma e o PT barraram o ebook, a mesma Dilma que na minha cidade usa a máquina pública para apoiar o Haddad, portanto, caso o deputado Marco Maia PT não coloque o projeto PL 4534/2012 em andamento, eu credito ao Haddad PT parte da sabotagem ao livro, pois tem o apoio de quem sabotou a educação e cultura dos brasileiros. Querem se livrar da pecha de serem anti-educação? Façam o projeto correr para os brasileiros terem livros eletrônicos mais baratos antes do natal! E não fiquem pensando que ganham crédito por isso, seu tempo passou, podiam ter acabado com o imposto antes, agora vai por pressão, cumpram sua obrigação!

Nos ajude a fazer pressão para termos livros eletrônicos e e-readers mais baratos no natal! Pressione os candidatos do PT na eleição municipal, pressione o seu deputado federal seja de que partido for, isso é nosso direito, o funcionamento republicano que garante a democracia.

Alex

14 comentários:

  1. Oi Alex, para falar a verdade estou decepcionada com política achava que nesta eleição as coisas mudariam em SP, om o Chalita ou Russomano, mas infelizmente ficaram dois candidatos que já conhecemos Serra que nada fez aqui e pior o PT que só rouba e nada faz além de dar salários famílias para comprar voto. E o povo na sua maioria com pouca instrução compra o que eles prometem. Sobre este fim de imposto torço para que aconteça já que a esperança é a última que morre, mas tenho lá minhas dúvidas porque infelizmente o governo que vemos por aqui não quer pessoas instruídas e assim podem manipular o povo através de novelas, reality shows e outras coisas ruins que vemos por aí e fazem um sucesso tremendo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Marta,

      Eu não estou decepcionado com a política, pois nunca tive qualquer confiança ou esperança em políticos profissionais, mas não acredito em deixar o ouro para o bandido, voto de forma pragmática no menos pior. Chalita, o cara do livrinhos estúpidos, não quero perto da prefeitura, Russomano, foi afilhado político do Maluf se isso já não diz algo, o produto que o defensor do consumidor propagandeava, o tal air-lock já diz o resto. Haddad, óbvio que é a pior opção, não quero um amigo dos mensaleiros, que apóia o José Dirceu implantando uma filial em São Paulo, sobra-me Serra, não é grande consolo, mas se o PT com toda polícia federal como polícia política que investiga Cachoeira mas não passa perto do Delta deste rio, quebrando sigilo de forma ilegal, vasculhando cada milímetro da vida do Serra e não achando nada, nem um peido perdido no elevador, tendo a acreditar que no mínimo o cara é uma Vestal. Se o PT tentou por meios lícitos e ilícitos ferrar o cara e não conseguiu, está aí um mérito que o partido dos mensaleiros não tem. Posso não acreditar, mas estes calhordas queiram ou não, acabam influindo na minha vida, então deixar de lado não é hipótese, é deixar a própria vida, faço o que posso voto no menos pior, mas o Serra está me devendo, principalmente um combate mais sério às práticas não republicanas que seria o seu papel como oposição.

      Abraço,
      Alex

      Excluir
    2. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
    3. Oi Alex, só não concordo sobre o Chalita primeiro porque gosto de alguns de seus livros, conheço pessoalmente ele, ele é amigo pessoal de meu irmão e pai, uma pessoa extremamente culta, educado e que ajuda muito na popularização dos livros, pois ele sabe o quanto a educação faz diferença nas pessoas. É só perguntar para os professores na época que ele foi secretário da educação do governo de SP, os que conheço gostam muito dele. Sobre o Russomano nunca vi ele em algo político então não tenho o que falar. Mas concordo que neste momento o Serra é a melhor opção, ou o "menos pior" já que PT para aquilo em que acredito: educação não faz nada de bom para mudança de realidade brasileira. Sobre o e-reader como todos que frequentam este blog torcemos para preços justos e a popularização destes.

      Excluir
    4. Oi Marta,

      Você lê o blog e já deve ter visto meus posts sobre educação, e aí pode ver claramente como sou diametralmente contrário à linha do que fala o Chalita. Portanto vou estender um pouco minha seqüência de raciocínio no tema. O pouco que li do Chalita me fez deixar de lado seus livros, como sabe, sou ferrenho defensor da educação não como ferramenta social, mas como desenvolvimento pessoal, sou a favor do empirismo piagetiano, uma vez que foi o único que teorizou a educação em bases científicas, e por isso descobriu o mecanismo evolucionista do desenvolvimento infantil. Piaget não era educador, não era psicólogo e muito menos pedagogo, era um cientista natural, conhecia a teoria de Darwin e aplicou em seu método, por isso sucedeu. Infelizmente muitos ditos piagetianos abandonaram o empirismo em favor da ideologia, muitos ainda interpretando de maneira torta o que disse o Piaget por falta de erudição em entender a obra, que não é trivial, exigindo conhecimento de matemática avançada e biologia evolucionista, e tudo isto piorado por Piaget ser um exímio mal escritor, costurando um texto truncado, com parêntesis enormes, depois de parêntesis enormes, para só depois de tantas divagações voltar à antiga linha de raciocínio; é quase um fluxo de consciência tentando ser didático.

      A educação de Chalita pelo que li é ideológica, e como toda ideologia, não tem conexão com a realidade, pode ser bonitinha, cheia de frases de efeito “fofinho”, o que faz dele o Elton John das professorinhas, mas conteúdo verdadeiro é zero, e com um viés muito pernicioso, pois trata professores e alunos de forma paternalista, como se ambos fossem dignos de pena. Eu acredito que o pior sentimento que pode se ter de um ser humano é pena, mesmo que disfarçada de solidariedade, pena é para aqueles sem solução, para os quais você desistiu de ajudar e só sobrou pena. Um professor que tem pena dos alunos, não os desafia, não os instiga, não é humanitário, mas sim desumano, pois já desistiu do aluno como lixo de descarte. Educação não é uma marreta de nivelação social, é o caminho do desenvolvimento pessoal, e aí o céu é o limite, é uma aventura, como a vida, não um protocolo ultrapassado com script repetitivo.

      Outro dia fiquei sabendo de uma prática abominável: alguns destes educadores mudaram o “atirei o pau no gato”, e agora outros querem censurar Monteiro Lobato, todos ouvimos atirei o pau no gato, quantos atiraram o pau no gato? E se tia Anastácia é comparada com uma macaca de carvão, não significa que crianças farão o mesmo, a maioria de nós leu “As caçadas de Pedrinho” e também não matam onças. Tratam os alunos como seres inferiores incapazes de discernir o que é bom ou mau; é como querer forrar o mundo de travesseiros para evitar a dor da queda, mas cair faz parte de aprender, faz parte do mundo real e este comportamento “fofinho” só torna o aprendizado mais difícil. Quantos jogam Counter-Strike? E quantos entram no cinema com uma metralhadora? Faz parte do aprendizado a escolha. E nossos educadores, Chalita incluso, tratam o aluno como se fosse um bicho de pelúcia em linha de produção industrial para serem todos preenchidos com o mesmo recheio: bonitinho, fofo, mas inumano.

      Educação é uma coisinha de lógica, derivada da causalidade, e isto já explica Piaget, é a experiência, o contato com o mundo real que desenvolve a cognição infantil, por isso somos inválidos ao nascer, contrário aos outros animais, que vem com sua educação programada nos genes. Por isso acredito que o livro livre, à escolha do aluno, é fundamental parte do sistema educacional e sem ele não temos educação.
      continua...

      Excluir
    5. Continuando:
      Discuto contigo pois acho que vale, ao contrário dos esbirros petistas que ficam propagando mentiras, gasto tempo precioso explicando toda verdade, que é argumentativa, tem contexto, ao contrário das mentiras fáceis sem contexto da petezada. Se você leu o Chalita ou conhece a figura, pode contra-argumentar, pois como disse, li pouco a sua obra, e também não concordo com o direcionamento que foi dado na educação no Estado de São Paulo, do Chalita aos anos recentes, o que não significa que sou a favor da terra arrasada do Haddad e PT, para propagar a ignorância que impera no discurso petista. Chalita fez pelos professores sem esperar em troca, e está na hora do contrário, os professores fazerem por si mesmos, primeiro aceitando melhoria de salário somente vinculado ao mérito. Discutindo um critério justo de avaliação de professores, para justificar o mérito. O problema é que com os baixos salários a maioria dos que agora ocupam os quadros do magistério são uma escumalha que não logrou êxito, penalizando os poucos mártires que ainda lecionam por idealismo, infelizmente minoria, estes querem o mérito, a ralé que sucateia o ensino não quer.

      Acredito que educação é muito mais que aulas protocolares em bancos escolares, educação é escolha, aventura, excitação e para isto estou junto contigo, queremos livros livres, acessíveis, e não “acessibilizados”, são essenciais. É o fundamento da escolha que mantém a educação viva, interessante e desafiadora.

      Abraço,
      Alex

      Excluir
    6. Oi Alex, não sou expert sobre Piaget e essa linha de pedagogia, minha irmã professora e pedagoga se sairia melhor, meu ramo é biológicas na área de enfermagem, mas os livros do Chalita como toda a sua vida é pautada na educação com amor, li o livro pedagogia do amor e gostei muito de sua colocação, porque acredito que só fazendo o serviço com amor e compaixão o mundo se torna melhor, temos que nos reciclar em aprender cada vez mais sobre a nossa profissão mas como base o amor deve perdurar, porque daí advém o respeito para com os outros. Infelizmente a educação nas escolas principalmente públicas decaiu muito, e trabalho voluntariamente na igreja e muitos professores da prefeitura e estado se queixam do salário, da falta de oportunidade, mas acredito que quem ama o que faz, deve se superar pelo bem dos alunos e proporcionar meios que estes possam superar os obstáculos e aprender.
      Voltando sobre o Chalita, pelo que o conheço ele é coerente em suas ações e determinado no que acredita, ele ama os livros e sempre ajuda na divulgação dos mesmos porque ele mesmo é o que é através dos livros que lê, um voraz leitor. Tentei falar sobre ele sobre o e-reader, perguntei o que ele achava sobre o leitor eletrônico, mas ele disse que nunca tinha ouvido falar, mas que iria se atualizar, ele só conhecia o tablet. Também creio que a educação é escolha e tem que ser livre, os alunos tem que ter a oportunidade de escolher os temas e os livros que gostam, mas acho que pelo menos aqui em SP se veem mais pessoas nas livrarias do que antigamente, não sei se estou enganada, mas acho que a população brasileira está lendo mais, o que é um ponto positivo. Imagina se o e-reader se populariza aí creio que teremos muito mais acesso a literatura, eu não me conformo quando vejo nossos 'hermanos' argentinos que lêem muito, mas muito mais que nós brasileiros. Nisto dá uma "santa inveja" um país pequeno mais com uma educação muito melhor que nós brasileiros.

      Excluir
    7. Oi Marta,

      Esta estória de educação com amor não diz nada, é bonitinha e vazia, “fofinha” e inútil, o que significa educação com amor? Como se pratica? Faz-me lembrar de uma piada: Os pais de um menino com AIDS vão ao médico, e o mesmo pergunta: “como vai seu filho?” Ao que o pai responde: “ótimo! Damos a ele muito amor e pizza”. Que bom – diz o médico- amor é muito importante! Sim -diz a mãe- damos muito amor e pizza. O médico olha intrigado e diz: “ele deve gostar muito de pizza”. E o pai responde: “isso eu não sei, mas é a única comida que passa debaixo da porta”. Onde estão os que odeiam a educação? Aqueles que fizeram o salário dos professores baixar? Um educador e um administrador devem ter noções de ações efetivas que possam melhorar a realidade, não importa toda boa intenção e amor do mundo se o gajo é um incompetente, já disseram que há mais boas intenções no inferno que más, é um papo que não funciona se não tiver base real, daí minha predileção por Piaget com seus livros difíceis, às bobagens fáceis e genéricas da educação com “amor”.

      Sempre que tentei incentivar a leitura de um garoto mais pobre deparei-me com uma barreira intransponível: o preço exorbitante do livro, cinqüenta reais para este povo é uma fortuna, e isso é o preço de apenas um único livro, mesmo nos sebos o mesmo livro não sai por menos de quarenta, mas lhe compram por dois. Não tem jeito, não há como alavancar educação sem livros, muito menos incentivar a leitura, quem não lê está fora do ensino, freqüentar escola sem ler é hipocrisia, sair da escola sem ler crime.

      Se o Chalita é um educador de ponta é completamente incongruente que hoje desconheça e-readers, ou a verdade é que suas leituras não são assim tão extensas quanto a propaganda, e nem passou pelos livros do tal Piaget. Na minha opinião, o e-reader barato é a ferramenta mais necessária para destravar a base de toda educação verdadeira, o livro. Que infelizmente em papel é muito mais difícil de ser barato devido às máfias há muito entranhadas por aqui.

      Abraço,
      Alex

      Excluir
    8. Oi Alex, acho que eu não me expliquei direito, não é esse amor que hoje é usado, hoje se diz que ama, amanhã odeia, digo o amor como princípio que é capaz de se esquecer de si mesmo para o bem do próximo, sem esperar retorno, quem realmente ama sempre dá o melhor, estuda, se atualiza e é capaz de fazer a diferença na vida das pessoas. É só lembrar do livro e do filme Escritores da Liberdade, verídico em que uma professora dos Estados Unidos mudou a realidade da periferia, fez os alunos amarem ler, e tirava do seu bolso para comprar livros para eles, e outras coisas que fazia em prol dos alunos, hoje esses alunos contra todo o tipo de previsão são formados em um alto padrão de vida. Acredito no poder do e-reader em mudar a realidade da educação brasileira, e só pode ser viável quando se tem amor, quem ama não rouba e nem engana os outros como vemos na política, quem ama não se acha melhor do que os outros, sabe que tem que ser grato pelas oportunidades que teve. E infelizmente vemos pessoas que querem mais, mas não querem fazer nada para melhorar a realidade. Tudo vem com sacrifício, se vem fácil desconfie. Conhecimento exige tempo e sacrifício. Assim é a vida. Estamos tentando fazer a nossa parte e divulgando o e-reader com os nossos conhecidos, e esperando que o governo possa nos ajudar liberando este imposto que é colocado. Vamos ver o que o futuro nos dirá...

      Excluir
    9. Oi Marta,

      Este amor que esquece de si e preocupa-se com o outro é psicótico, você é enfermeira, sabe muito bem que em primeiros socorros o socorrista que não estiver em posição segura em vez de salvar, faz outra vítima, ele mesmo. Parece bonitinho, mas é cruel e irreal, a educação é um sistema, e estamos aqui falando em ter um sistema que ajude alunos e professores, não precisamos de mártires individuais, mas de um sistema que suporte a todos, esse é o papel de um secretário de educação, ações efetivas. O e-reader mais barato, sem o imposto, como preconiza o texto constitucional, é uma ação, uma peça fundamental para dar acesso aos estudantes a sua matéria prima o livro, não é um amor genérico, e nem precisa de esforço, é só combatermos a ganância; e infelizmente, na história do Brasil livros nunca foram acessíveis; o e-reader é a primeira oportunidade, é um marco histórico.

      Abraço,
      Alex

      Excluir
  2. Ah, não é possível que tem parlamentar contra!
    Sem entrar em questões partidárias (até porque eu não me simpatizo em nada com o PT), só pode ser lobby de quem tem interesse contra (grandes livrarias, editoras e varejistas?) ou pura ignorância populista (vamos combater pirataria e o fim de empregos em livrarias!).

    Andar para trás nessa altura é um desserviço à população! Se os tablets com suas cores e joguinhos tiveram seus benefícios, agora os livros eletrônicos não vão poder garantir o que já está na Constituição? Ah, claro, o marketing é menor...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Paulo,

      A idéia é esta mesmo, também não acredito que tem parlamentar contra, se o Marco Maia do PT não coloca o projeto em votação, é ele o culpado, ele e o PT devem receber o ônus, se colocar em votação vamos ter os nomes de quem foi contra e divulgar aqui na lista e em outras “ad eternum” para todos eleitores saberem no tipo de gente que votam, eles devem responsabilizar-se e serem responsabilizados por seus atos e votos, é nossa ferramenta legítima de pressão, como deve ser um regime democrático.

      Abraço,
      Alex

      Excluir
  3. Daniel,

    Não perco mais tempo desmentido asneiras, você não vai parar e nem ouvir, vá para os blogs do seu partido, que são pagos com dinheiro público, aqui é gente interessada em leitura, que quer ver um país culto, sem os vagabundos que agora foram condenados no supremo, vá você justificar o mesmo partido. Tenho mais a fazer, só discuto com quem acho que tem argumentos prestáveis.

    PS- os blogs do governo não são democráticos...vá reclamar com eles.

    Alex

    ResponderExcluir
  4. Vamos lá galera, vamos encher o saco destes safados !!!

    Repassem o link para o máximo de pessoas que pudar e incluam uma mensagem padrão para os nosso "nobres" deputados !!! Indicando a PL 4534/2012 para votação !!!! Lembrando de mandar para o Marco Maia e mais algum deutado caso voce tenha votado nele.

    http://www2.camara.gov.br/participe/fale-conosco/fale-com-o-deputado

    ResponderExcluir