quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Kobo deve chegar no mês que vem.

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Saiu uma matéria no Estadão anunciando que a Kobo fez uma parceria com a livraria cultura e os quatro aparelhos devem ser vendidos por aqui, o primeiro a entrar deve ser o Kobo touch e os planos são para que entrem no mercado dentro de um mês pelo menor preço possível.

17 comentários:

  1. Esta é do blog da Rakuten: "A Rakuten será a parceira varejista da Kobo, para o lançamento do eReader Kobo wi-fi, que deve chegar antes do nosso Natal."

    Vejam por si mesmos:
    http://blog.rakuten.com.br/rakuten-e-a-kobo-no-brasil/

    Abraço,
    Alex

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  2. Nesse cenário, acho que só resta à Saraiva procurar uma solução para ter seu e-reader também: aposto numa parceria com a B&N para ter o Nook. Se insistirem no papel e nos toscos aplicativos para tablets, fica para trás.
    O mesmo para outras livrarias físicas e virtuais.
    Acho que agora vai! :D

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  3. Finalmente notícias animadoras no cenário nacional! Mas não demora muito para desanimarmos frente a provável precificação absurda que será exercida. Exemplos não faltam no mercado.
    Abraço,
    Thiago

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  4. Estou muito feliz com a chegada da Kobo, mas vamos esperar realmente o preço porque enquanto algumas matérias colocam que vai sair mais do que a positivo vendido por 399 reais, e em junho eu importei pela ebay paguei frete mais caro e ainda paguei o imposto aqui e saiu por volta de 399 reais ao todo. E a Amazon disse que venderia seu kindle por 299 reais por aqui, gostaria que o preço fosse menos que 399 reais porque senão as vezes importando sai mais barato. Esperança de preços justos em e-reader no Brasil...

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  5. Uma notícia saída em um jornal econômico no início desse mês, não sei se é o Valor ou o Monitor, dizia que a Amazon está estudando a aquisição agressiva da Saraiva para facilitar sua entrada no Brasil.

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  6. Unknown,
    Tinha ouvido falar deste estudo de aquisição da Saraiva pela Amazon e acredito que o anuncio da Saraiva serviu também para informar a Amazon que não ocorrerá essa suposta aquisição.

    Demais,
    Seria muito bom se os primeiros Kobos "nacionais" já fossem vendido sem imposto.
    Alex, será que você poderia publicar novamente um template de e-mail para enviarmos aos nossos parlamentares?

    Raniere

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    1. Oi Raniere,

      Preciso antes descobrir quem são os responsáveis pela tramitação do projeto, se alguém puder ajudar agradeço, e mirar o endereço destes, pois são eles que decidem quando colocar o projeto em votação, assim, para esta nova fase precisamos mudar o texto e a abordagem, mas tenha certeza de vamos divulgar sempre os nomes de quem votar contra, para as pessoas saberem em quem estão votando, gente que quer sabotar a educação.

      Abraço,
      Alex

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  7. Já era hora de alguém se mexer por aqui, em vez de ficarem de braços cruzados esperando a Amazon chegar e só depois ver o que fazer.

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  8. ior que temo que a chegada da Kobo não será um avanço interessante (no sentido do que esperamos) da forma como se configura. O bom da Amazon, que dava expectativa de melhores preços, podendo-se entender isso com bem mais confiança, era que ela ia entrar como concorrente sabidamente individual, capitalista (daquele que acaba favorecendo o consumidor, não o deturpado capitalismo brasileiro), com estratégias próprias de preços, reconhecidamente agressivos. Gosto até bem mais da Kobo, simpática, aberta e trabalha com formatos não proprietários, mas essa parceria com a Cultura muito provavelmente significa que será abrasileirada no mau sentido, apresentada aos métodos praticados aqui - ao menos pra nós consumidores da nossa inclusão digital nada inclusiva.

    Acho que vai acabar continuando o mesmo esquema conhecido de caros preços e aparelhos, e depois se reclamara que o livro diital não emplaca no Brasil. O Kobo touch ( já desatualizado, perceba-se) deve aparecer por R$ 450-500, bem caro pra hj em dia. Não acredito que ia ser usado como comparação o valor de um Kindle importado – vamos dizer, R$ 500,00 a grosso modo, se fosse pretendido vender o aparelho a r$ 250,00 – r$ 300,00, não? Não faria sentido, seria “atirar no próprio pé”. E isso pro Touch mais simples, o Glo com certeza se vier, será mais caro que o Kindle importado, até para aproveitar uma ocasião fortuita pra isso: o valor maior acabaria “justificado” pela Amazon, por hora, só estar vendendo o Kindle Touch simples para cá a +/- R$ 500,00, seria ”lógico” que custasse, vamos dizer, R$ 600,00 por ter retroiluminação e outros avanços, em comparação. Será que seria difícil resistir a esse jeitinho brasileiro?

    Tem tablet Android a esse preço de R$ 450,00-500,00: ruins e genéricos, eu sei, de marcas duvidosas, mas desde quando brasileiro sabe consumir? Sendo menos ferino e mais pragmático, o cara com R$450,00 na mão vai comprar o Kobo ou um Tablet, nesse mundo de leitores em que vivemos? Temo que acabe sendo tudo no final “quase” mais do mesmo, somente com um aparelho bom de vantagem (fato, é ótimo), o que será frustante, a saber, vi na internet esse mesmo senhor da Cultura numa entrevista (a respeito do livro digital)não dar grandes bolas pro ebook, que não funciona aqui, etc, dizer que ainda falta muito pro livro físico crescer no Brasil, passando-me uma impressão bem pouco disposta a mudar, atuar agressivamente nesse panorama nacional de ebooks.

    De fato, isso foi ano passado, antes dessa parceria, na qual não sei em que proporção, ou quem definirá preços, estratégias, mas os augúrios pessimistas / pragmáticos / comformados que não consigo deixar de escutar na minha cabeça pessimsita me fazem duvidar (sadiamente, que se diga, rezo para estar errado) que realmente haja alguma coisa de diferente prester a acontecer na atualidade brasileira. Meu lado negativo é capaz de apostar que os preços atuais que a Cultura pratica se mantém, e o aparelho se confirmar esse valor não vai vender nada (compativamente falando) e o avanço provável será só aparente – aproveito o ensejo, para reclamar até do suporte estatal (MP dos tablets abaixou algum preço pro consumidor final relevante? Será que vai sair a isenção de impostos pros livros digitais?)

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    1. a isenção melhora porque o e-reader importado sairá pela metade do preço o kindle vai chegar por aqui por volta de R$200 e até os modelos chinese genéricos vão poder chegar por aqui por até menos imagena dealexteme sem frete, não é uma maravilha, mas pra quem quer ler, pode acabar sendo uma solução.

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  9. Fiquei muito feliz com a vinda da Kobo. Mas assim como o Silvio Britto temo esse abrasileiramento da Kobo.

    Agora é esperar para ver.

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  10. Palavras da própria Kobo

    http://blog.kobobooks.com/kobo%E2%80%99s-global-family-keeps-growing/comment-page-1/#comment-5969

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  11. Agora, se sair a isenção fiscal, vão ter de vender o Kobo a R$ 300,00 no máximo, ou todo mundo vaio importar o Kindle! será! Valei-me, são Melville

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    1. Silvio,

      Você não está computando que o imposto para quem importa em massa é diferente, mais barato do que os absurdos 60% cobrados sobre produto e frete da importação individual.

      Alex

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    2. Além disto, quem importa em massa não compra o aparelho e paga imposto sobre o preço de consumidor, e sim sobre um valor menor, o de distribuidor.

      Alex

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  12. Silvio,

    Não concordo com sua análise, por alguns motivos, a Kobo é mundial, e hoje na internet, queimar-se no Brasil significa queimar-se no mundo, além disso, a Kobo não está sozinha, é hoje parte da Rakuten, e peça importantíssima em sua luta contra o e-comerce da Amazon que beneficia-se de sua loja de livros. A cultura já vendeu o Positivo alpha, caríssimo! Não deu certo, lucraram apenas com o aparelho e perderam credibilidade junto ao leitor, acho que já aprenderam e não vão ficar batendo a cabeça na parede como idiotas, pois a Kobo não concordaria. Meu receio vai de encontro à não abertura da plataforma de auto-publicação da Kobo no Brasil, os brasileiros podem se auto-publicar em outras plataformas que são aceitas no Kobo, assim, eles vão ficar de fora do que é grande parte do processo editorial no mundo, e no Brasil, onde é dificílimo um autor publicar um livro, vamos ficar excluídos do processo, que mais que fora, beneficiaria muito a literatura escrita por brasileiros.

    Abraço,
    Alex

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  13. Alex, tomara que eu esteja errado! Das grandes mundiais (Amazon, B&N, Kobo) é a melhor, tanto de loja, como de aplicativo, como de aparelho. O que tenho medo é da parceria com a Cultura, nada contra a empresa em si, mas ameaça contra a possibilidade de mudança de mercado puxada por alguém de fora, quem vai definir esses valores, a Kobo ou a Cultura (e-books e aparelho?) - é justamente devido a experiências antigas no nosso mercado que criei receio, mas novamente, se eu estiver errado vai ser massa!

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