sábado, 12 de novembro de 2011

Livros sem fronteiras

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Já sabemos que a Amazon tem uma agressiva estratégia de expansão mundial, que deve atingir o Brasil em breve.
Além disso a Canadense Kobo foi comprada pela grande rede de varejo japonesa Rakuten que inclusive deve inaugurar sua sucursal brasileira em alguns dias.
A Barnes e Noble, grande rede de livrarias americana, anunciou que pretende investir em mercados internacionais.
Enquanto isso, nossa livrarias locais, Saraiva, Cultura, Submarino, continuam vendendo e-books com DRM a preços rizíveis de tão absurdos, chegamos a ver livros mais baratos em versão impressa que eletrônica.
Claro não dá pra botar a culpa apenas nas livrarias, mas a questão que fica é até quando o nosso mercado livreiro conseguirá se manter tão reacionário na questão dos livros digitais?
O mercado de livros está se tornando cada vez mais internacional e a barreira da língua não deverá segurar a expansão por muito tempo.
Na verdade essa é a hora das editoras e livrarias brasileiras apostarem no e-book internacionalmente, temos a nossa disposição a melhor estrutura de lançamento de livros em português, não é a hora pensar em lançar livros simultaneamente, em Macao, Cabo Verde, Moçambique, Angola.
Algum pode dizer que o mercado de livros nestes países são baixos e de livros eletrônicos inexistente.
Mas talvez seja justamente por isso, que as oportunidades se mostrem maiores.
Os livros eletrônicos vieram pra ficar, a internet transforma o mundo em uma aldeia global, uma livraria como a Amazon não enxerga fronteiras, vamos esperar apenas os inquilinos tomarem pose para alugarmos o Brasil?

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