segunda-feira, 20 de junho de 2011

EXTRA, EXTRA: Amazon.com no Brasil, novidades

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Agradecendo o usuário Guilherme Martins do grupoí do Facebook Kindle::BR pela dica da notícia extraída do site Portal de Paulínia.

A maior varejista eletrônica do mundo e fabricante do Kindle, o leitor de livros digitais, a empresa Amazon, vai se hospedar no distrito de Barão Geraldo, no data center da Algar Telecom. Além de vender produtos que vão de ração a eletrônicos, vêm com a proposta de ser uma concorrente web, oferecendo a chamada computação em nuvem (cloud computing), considerado o futuro do segmento onde as informações não ficam armazenadas no computador, mas num servidor remoto.
Procurada ontem, por meio de sua assessoria de imprensa, a Algar não retornou as ligações. O Correio Popular apurou que a previsão é que em 60 dias já esteja se instalando em Campinas, e na sequência terá início a operação comercial.
A Amazon contratou três data centers, sendo que a Algar Telecom representa 50% dos contratos que a empresa americana está fazendo no Brasil. A Algar Telecom, detentora da marca CTBC, é uma empresa do Grupo Algar — que oferece telefonia fixa, celular, internet banda larga (3G e ADSL), comunicação de dados, TV por assinatura (DTH e cabo) e código 12 de longa distância nacional e internacional.
A Amazon está disputando o mercado de computação em nuvem com empresas como a Google e a Apple. Atualmente ela oferece serviços de armazenamento básicos para o consumidor final — 5 GB de espaço virtual de graça (para todos) e opções de cloud music similares ao Google (que não funcionam no Brasil). O forte da Amazon com computação em nuvem é para empresas de todos os portes, de bancos de dados on-line e serviços de e-commerce a processos de inteligência artificial.
A Amazon vem negociando com editoras brasileiras, desde o ano passado, a conversão, em grande escala, de títulos nacionais em e-books, além de vender no mercado nacional o Kindle, que hoje só pode ser adquirido pelo site da Amazon, mercados eletrônicos ou então por meio de importadoras. A Amazon divulgou, em abril, que a venda de títulos para o Kindle supera as comercializações de todos os livros impressos. A cada 100 livros impressos vendidos, a Amazon.com vende 105 títulos para o Kindle, seu leitor de e-books, nos Estados Unidos. Além disso, a Amazon.com — que começou como livraria online em 1995 — diz que vendeu três vezes mais livros para o Kindle em 2011.
Os planos da empresa, que faturou US$ 34 bilhões no ano passado, ainda não foram anunciados. Além do contato com as editoras marcando a intenção de entrar no mercado brasileiro com os livros, o que se especula é que a Amazon poderá ir mais longe não limitando-se apenas à instalação de um escritório local da companhia, mas que estaria disposta a implantar uma megaoperação de e-commerce. Além dos EUA, onde nasceu em 1995, a Amazon tem escritórios na Grã-Bretanha, Alemanha, França, China, Canadá, Japão e
Itália.

6 comentários:

  1. Bom! Kindles e livros do lado de casa! :P

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  2. Se mantiverem um excelente padrão de atendimento ao cliente, serão fortes concorrentes do Submarino/Americanas/Saraiva

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  3. Nao sei se torço a favor ou contra a vinda da Amazon para o brasil.

    Gosto do servico deles e principalmente dos precos dos ebooks. Mas, quando as empresas vêm para o brasil o governo mete A FACA nas costas delas e, claro, elas repassam para as nossas costas.

    Então, para evitar que o consumidor brasileiro compre na amazon americana colocam um monte de bloqueios e dificultam a vida do brasileiro em geral.

    Vamos torcer para que nao seja assim..... para que nao seja mais do mesmo que ja temos por aqui.

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  4. com o tanto de impostos que temos aqui a tendência é subir o preço dos ebooks na amazon para o Brasil. Por outro lado, essa negociação com varias editoras nos propiciará acesso a muitos livros em português e com todos as funcionalidades do kindle. Não podem ser mais caros que os livros impressos senão as vendas não decolam.

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  5. Eu sou um entusiasta da vinda da Amaxon.com para o país, pois vai chacoalhar a concorrência, principalmente no quesito pós venda, isso se filial brazuca mantiver o padrão.

    Podemos esperar algo como o serviço de "club", no qual você paga uma taxa fixa ano, e tem envio ilimitado gratuito. Além de descontos e outras vantagens.

    Sem falar no serviço de cloud.

    Como a Amazon, não há igual. Vai ser um reviravolta sem precedentes na América Latina.

    Vamos esperar no que vai dar.

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  6. Vamos lembrar que livros não pagam impostos!!!

    Pelo que li, os digitais também não, assim, a Saraiva por exemplo, que cobra mais por ebook do que por livro em papel, o faz por que deve achar que ebook é chique!

    Isso só muda com um fator: concorrência!

    Abs!

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