quarta-feira, 24 de novembro de 2010

UOL testa e-readers - mas falha no modelo do Kindle...

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O site UOL se rendeu a febre de e-readers do mercado brasileiro e fez um teste comparativo entre 4 equipamentos : 2 Tablets (Ipad e Samsung Galaxy) e 2 e-readers (Kindle 2 e Alfa Wi-Fi).
Achei um fiasco eles compararem 3 equipamentos que estão updated com um modelo que nem é mais fabricado (o Kindle 2)...  Mas, mesmo assim, é bom ver que o mercado e a mídia estão olhando para estes produtos e, com certeza, vão fazer cócegas nas editoras para pensarem em substituir o papel pelo formato eletrônico.

Que acham de todos que lerem este post enviarem um e-mail para a UOL Tecnologia reclamando por terem feito a comparação com um modelo descontinuado e não com o atual Kindle 3 ??

Quem quiser ver a reportagem do Guilherme Tagiaroli e Sérgio Vinícius - do UOL Tecnologia,  no seu nascedouro, segue o link :


Também tem 18 fotos bem legais dos equipamentos testados em http://tecnologia.uol.com.br/album/20101124_leitores_eletronicos_album.jhtm

Abaixo, reproduzo a reportagem principal e os anexos  (é bem longo, mas pode ajudar aos indecisos a tomar uma decisão de que equipamento é mais indicado à suas necessidades) :



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Ultraportáteis, leitores digitais levam acervo de biblioteca para o seu bolso; veja testes


Carregar dez livros na mochila ou apenas um eletrônico fino, que pesa menos de um quilo? É justamente esse tipo de pergunta que as fabricantes de e-readers (leitores eletrônicos) estão propondo às pessoas que pensam em substituir as publicações convencionais por um simples aparelho capaz de armazenar 2 GB ou até 1,5 mil livros. Para saber se essa troca das folhas de papel pelas virtuais vale realmente à pena – e quais os melhores modelos para essa substituição --, o UOL Tecnologia testou portáteis que funcionam como leitores digitais.

Em linhas gerais, esse tipo de equipamento tem como principais características a economia de espaço, a facilidade da compra de conteúdo e a portabilidade – além de leve, os leitores cabem facilmente em uma bolsa feminina e, em alguns casos, até no bolso de uma calça jeans. Além disso, o preço de um livro no formato eletrônico, segundo as livrarias, custa de 20% a 30% menos que o produto convencional.

Apesar das vantagens, os e-readers ainda são pouco populares no país. A comercialização de aparelhos da categoria começou em outubro de 2009 com o início da venda do Kindle via importação. Em média, com o valor do câmbio da época mais taxas, o aparelho saía por volta de R$ 1.000.

Esse cenário deve mudar com o aumento da oferta de livros no formato digital. Grandes redes de livrarias, como Saraiva e Cultura, já estão começando a fazer esforços para adaptar títulos e desenvolvendo aplicativos que facilitem a compra dos livros disponibilizados para leitores eletrônicos. Atualmente, na Cultura e na Saraiva há cerca de 1.500 e-books nacionais à venda, contra 130 mil importados.

Para conferir quais as chances de sucesso desses equipamentos que prometem abocanhar o mercado dos livros convencionais, o UOL Tecnologia testou quatro equipamentos: dois tablets (iPad, da Apple, e GalaxyTAB, da Samsung) – que já vêm com aplicativos nativos para a leitura de e-books – e dois aparelhos que têm exclusivamente a função de e-readers (o Kindle 2, da Amazon, e o Alfa Wi-Fi, da Positivo).

Apesar da grande diferença de recursos entre tablets e leitores digitais, o teste só considerou as funções de leitura nos tablets – seria injusto comparar os recursos de um equipamento que só exibe livros com outro que tira foto, oferece jogos e permite assistir a vídeos, por exemplo.

tarefa de apenas ler livros, os e-readers Alfa e Kindle apresentaram visualização dos textos mais confortável graças à tecnologia e-ink (tinta eletrônica). Por outro lado, o fato de não serem equipamentos multimídia tira desses eletrônicos características de hardware de alto desempenho -- logo, quem comprá-los deverá acostumar-se com a “demora” entre o apertar de um botão e a realização de alguma ação, por exemplo.
Em contrapartida, o GalaxyTAB e o iPad são equipados com processadores de velocidade na casa dos 1 GHz e têm várias opções multimídia como assistir a vídeos, acessar a internet como se estivesse em um PC e jogar. Porém, na leitura de livros longos, o usuário pode se cansar com a tela. Sem contar que, em ambientes muito iluminados, as telas dos portáteis podem refletir as luzes do local de leitura.

Resumindo, na hora de escolher que tipo de equipamento adquirir, o usuário deve levar em consideração o que, de fato, ele quer fazer e quais são suas prioridades. No caso de gente que lê muito (sobretudo em língua estrangeira), os leitores eletrônicos são uma ótima opção, seja pela quantidade de títulos ou pelo conforto da tela. Agora,se você é um usuário que gosta de ler, mas também faz questão de outras formas de entretenimento em seu equipamento portátil, um tablet é a alternativa mais apropriada."



Pesado, iPad se dá melhor como eletrônico multimídia do que como e-reader




O iPad, da Apple, mudou o mercado de dispositivos móveis. Após o início de sua comercialização, concorrentes como a Samsung resolveram fazer um tablet para concorrer com o gadget que, segundo pesquisas, já afeta consideravelmente o mercado de netbooks no mundo. No entanto, como leitor eletrônico, o festejado portátil da Apple – que deve ser lançado na próxima semana no Brasil – acaba perdendo para os concorrentes. Isso, basicamente, por três fatores: peso, tamanho e tela.


O tablet, que tem tela de 9,7 polegadas e é revestido de aço inoxidável, pesa 730 gramas na versão 3G. Após segurá-lo por mais de 15 minutos, o braço começa a apresentar sinais de cansaço. A posição mais confortável para leitura é apoiada no colo ou envolvendo-o com o braço (como se o usuário segurasse um caderno).
Apesar de ser portátil, o iPad não é tão “portátil” quanto, por exemplo, o GalaxyTAB e o Positivo Alfa, que cabem no bolso traseiro de uma calça jeans. No que diz respeito à tela, o gadget da Apple tem a melhor resolução entre todos os concorrentes. Porém, para leitura de textos longos pode incomodar, pois o princípio da tela é parecido com o de um monitor convencional. Sem contar que ela reflete a luz ambiente.
Em contrapartida, o tablet conta com milhares de aplicativos da iTunes Store que oferecem conteúdo informativo (livros, jornais, revistas). Outro ponto interessante: usuários que já tenham comprado livros para o Kindle podem baixar o aplicativo da Amazon e visualizar em cores as mesmas páginas apresentadas em preto e branco no leitor concorrente – caso de fotos exibidas em livros, por exemplo.

O aplicativo nativo do iPad para a leitura de e-books é o iBooks. Com um design bonito (organiza os livros baixados em uma estante) e com interface intuitiva, o programa tem ajustes de tamanho e tipo de fonte, cor de fundo do livro (branco ou sépia) e grau de luminosidade da tela – este recurso é muito útil para ler publicações maiores. Além disso, é possível escrever notas ou marcar palavras de um texto.
Para adicionar livros, há basicamente duas opções: via sincronização do tablet com o iTunes (nada de só copiar ou colar) ou baixando os livros via internet da loja da Apple (iTunes Store) e Amazon (baixando o aplicativo Kindle para iPad), por exemplo. Livrarias brasileiras como a Saraiva e a Cultura também têm aplicativos que permitem o download de livros no ultraportátil da Apple.

O iPad pode não ser o melhor leitor de livros eletrônicos. Porém, em outras funções ele manda muito bem: toca música, roda vídeos, navega na web (sem vídeos em flash, é verdade), dá acesso a redes sociais e tem vários jogos disponíveis na iTunes Store. Se você gosta tanto de ler quanto de todas essas outras atividades, talvez esse seja o seu leitor eletrônico.
iPad

Preço: US$ 629 (versão com Wi-Fi/3G e 16 GB); ainda não disponível oficialmente no Brasil.

Site oficial: iPad.

Pontos positivos: muitas opções de aplicativos interativos; bom gadget para conteúdos multimídia.

Pontos negativos: é pesado para leitura e tela emite luz, o que pode dificultar a leitura de textos muito longos (mesmo princípio do monitor do computador).

Integrado a redes sociais, Kindle é leitor eletrônico para quem lê em inglês



Se você é um usuário que usa com frequência redes sociais e a maioria dos livros que lê é em inglês, o Amazon Kindle 2 com conexão 3G (ou qualquer um dos modelos mais novos da empresa) é ideal para o seu perfil.
 

Um dos grandes trunfos do leitor da Amazon é a vasta disponibilidade de títulos em língua inglesa – são mais de 500 mil. Sem contar a possibilidade de acesso a jornais como “The Washington Post” ou revistas como “Forbes” e “Times”, disponíveis para download mediante pagamento de uma taxa mensal.
No que diz respeito a títulos em português, a Kindle Store (loja de livros eletrônicos da Amazon) tem apenas clássicos da literatura como Miguel de Cervantes, Machado de Assis e Best sellers como Paulo Coelho. O único jornal disponível na loja é “O Globo”.
Outro recurso interessante do equipamento da Amazon é a possibilidade de fazer postagens no Facebook e Twitter. A ideia é que o leitor conecte-se às redes sociais e poste comentários de trechos do livro que está lendo.
Quanto às características do produto, o que chama atenção no Kindle é a tela de 6 polegadas de e-ink (tinta eletrônica), que não cansa a vista – parece, mesmo, que o usuário está lendo o conteúdo no papel. A interface amigável e acesso à Amazon via internet 3G são outros destaques: essa conexão restrita à loja virtual não exige que o usuário contrate o serviço de uma operadora de telefonia. O Kindle 2 vem com capacidade de 2 GB, suficiente para armazenar 1.500 livros, e não suporta nenhum tipo de cartão de expansão.

O Kindle é todo atrelado à Kindle Store. Logo, o usuário não conseguirá baixar um livro em outra loja virtual e abri-lo diretamente no leitor. No caso de o usuário ter algum arquivo com as extensões “.doc”, “.pdf” ou “.txt” e quiser lê-lo no reader, ele deverá enviá-lo para a Amazon, que converterá o arquivo mediante o pagamento de uma taxa. Arquivos no formato PDF podem ser copiados normalmente para o aparelho conectando-o à porta USB do computador. Basta arrastar e soltar os arquivos.


Uma característica do Kindle que costuma impressionar é o recurso Text to Speech. A função lê o livro em inglês para o usuário e ainda permite escolher o tipo de voz (masculina ou feminina), velocidade da narração (devagar, padrão e rápido). Algo que chama a atenção é a fluência com que o texto é lido, considerando-se que não houve uma leitura prévia daquele conteúdo pelo sistema. O único ponto negativo do recurso são as vozes um tanto metalizadas (o que não é um horror ou prejudica a compreensão).

Comercializado pela Amazon, o Kindle só está disponível para compra via importação. O modelo testado custou cerca de R$ 1.000 (incluindo taxas de importação). Porém, já foi substituído pela terceira geração do leitor eletrônico que custa US$ 189 (cerca de R$ 330) no site da Amazon.

Amazon Kindle

Preço : US$ 189.

Site: Amazon Kindle.

Pontos positivos: tem opção que dita textos em inglês; vem com conexão 3G gratuita, tela oferece leitura bastante confortável.

Pontos negativos: É necessário pagar para converter arquivos para o formato do Kindle; não permite aumento da capacidade.

Leitor de bolso, e-reader da Positivo tem tela boa e interface complicada



O Positivo Alfa Wi-Fi é o segundo leitor eletrônico lançado pela empresa no país. A única diferença entre as duas versões é que o segundo modelo oferece conexão à internet via Wi-Fi. De resto, as especificações são as mesmas: 17 cm de altura, 12,4 cm de largura e 240 gramas. O leitor de e-books branco e preto tem memória interna de 2 GB, suficiente para 1.500 livros, que pode ser expansível com cartão micro SD para até 16 GB.


A aquisição de títulos para o Alfa pode ser feita, basicamente, de duas formas: conectando o dispositivo na porta USB do computador ou via Wi-Fi – ao acessar o browser, já há link direto para a Livraria Cultura, Livraria Saraiva e o site de compras “Submarino” (aqui, ele sai na frente do Kindle, que tem pouco conteúdo em português). Na conexão via porta USB, o funcionamento do leitor é semelhante ao de um pendrive: basta arrastar os arquivos do PC nos formatos ePub, PDF, HTMLe TXT para o Alfa.
A tela de e-ink (papel eletrônico) de seis polegadas é bem confortável para leitura, mesmo para publicações mais longas. Uma das principais vantagens do material é não cansar a vista do usuário, pois o equipamento não emite tanta luz nos olhos como as telas coloridas de tablets. Sem contar que, mesmo em um local iluminado, a tela não reflete a luz ambiente.
O leitor possui ainda uma espécie de acelerômetro, que muda a posição do texto conforme a posição do equipamento e contém seis ajustes de tamanhos de letras. Junto com ele vem instalado uma versão do dicionário Aurélio (apenas português) que, após um toque sobre a palavra, exibe o significado dela.

Durante a leitura, caso o usuário queira acessar as opções que o Alfa proporciona, como dicionário ou adicionar notas, terá um pouco de dificuldade. Na interface de menu há apenas ícones. Não há uma identificação com ícone e nome da função que será executada ao pressionar a opção. Nesse caso, o usuário tem de ficar selecionando as opções para verificar como acionar o dicionário ou fazer uma marcação.




O usuário que adquiri-lo não deve esperar um grande desempenho de processamento ou rapidez ao executar comandos no Alfa -- o equipamento é apenas uma interface para ler livros. Com o diferencial que ele permite efetuar pesquisas na publicação, consultar o significado de palavras e acessar a internet (para fazer pesquisas no Google e na Wikipédia, por exemplo).

Positivo Alfa

Preço:R$ 799.

Site oficial: Positivo Alfa.

Pontos positivos: É leve, vem com dicionário e tela oferece muito conforto para leitura.

Pontos negativos: É um pouco lento; interface de opções sem identificação.

Como leitor de textos, GalaxyTAB mostra-se um excelente computador tablet




Como leitor de textos eletrônicos, o Samsung GalaxyTAB é ruim. Sua tela de 7 polegadas quase nunca permite que o usuário veja as fontes na tela em tamanho agradável aos olhos. Ao aumentar as letras de um livro de contos de Machado de Assis em PDF, por exemplo, as páginas não aparecem inteiras e é necessário arrastá-la para cá e para lá para que se conclua a leitura.


Quando o conteúdo já está previamente formatado para o equipamento - como ocorre quando se acessa o assistente de mídia do tablet, que conta com jornais, livros e as revistas, prontos para serem lidos e baixados - a situação melhora. A “página” normalmente redimensiona de acordo com a tela, não importando o tamanho das letras. A leitura torna-se quase (veja bem, quase) agradável. Ainda é melhor ler um livro em papel e tinta.
O GalaxyTAB vem com dicionários de português e de espanhol, mas não é fácil acessá-los enquanto se lê algum livro. É necessário alternar programas e “janelas”, como ocorre em um computador tradicional.
Para incluir livros no tablet, deve-se baixá-los via web. Há um aplicativo no GalaxyTAB chamado "Livros Digitais", que leva o usuário a uma página da Samsung que aponta para os principais repositórios de e-books grátis. Então, basta clicar nos nomes das obras e baixá-las. Nos testes do UOL Tecnologia, foram adquiridos itens nos formatos “.txt” e “.pdf”. Há a possibilidade de o sistema operacional Android, do aparelho, ler arquivos ePub também.
O tablet já “sai de fábrica” com alguns livros - normalmente os primeiros capítulos instalados. Esses são muito bons de ler, ao contrário dos em “.txt” e “.pdf”, nos quais é necessário aumentar a tela.

Sobre os jornais: você baixa e pode ler o conteúdo, de acordo com alguns modelos de negócios. É possível, por exemplo, ler tudo gratuitamente. Há também a possibilidade de degustar gratuitamente o conteúdo por um período determinado. Em outros casos, somente algumas páginas. Há um ícone chamado "Loja Online", na qual você escolhe o que quer ler por país ou por idioma. Do Brasil, há “Valor Econômico”, “Folha de S.Paulo”, “Estado de S.Paulo”, “Agora”, “Jornal do Dia”, “Correio da Bahia”, “Litoral Norte News”, “Jornal da Metropole” e “O Diário do Norte do Paraná”.

A prova cabal de que o produto, como leitor de textos, é um excelente tablet aparece no quesito multimídia. Quando o usuário recorre a itens como filmes, séries, clipes, acesso à internet, YouTube, TVs analógica e digital, o Galaxy Tab mostra-se impecável. Com ótima qualidade de áudio e de vídeo (exceção feita às marcas de dedo na tela), começa-se a entender porque a Samsung pede R$ 2.799 no brinquedinho.
É bastante divertido e fácil brincar com o Galaxy Tab. Com poucos cliques nos ícones que aparecem no Android, é possível acessar e configurar o acesso Wi-Fi, ler e-mail ou acessar o Android Market, que vende aplicativos. É simples também fazer ligações -- basta clicar no botão “Telefone”. O desconfortável, e esquisito, seria colocar na orelha um trambolho de quase 20x11cm e dizer “alô”. Ainda bem que há as opções de viva-voz (com excelente áudio) e um fone para colocar na orelha (desconfortável, aperta o lado externo dela). Carregá-lo no bolso de uma calça masculina - embora caiba - também é estranho: parece que está se levando uma frigideira na perna. Como telefone móvel, o Galaxy Tab também se mostra um ótimo tablet.
Samsung GalaxyTAB

Preço sugerido: R$ 2.799.

Site: Samsung GalaxyTAB.

Pontos positivos: Excelente na parte multimídia, tem áudio e vídeo perfeitos.

Pontos negativos: Ainda causa desconforto para ler obras grandes.

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4 comentários:

  1. Acho que a UOL não quiz gastar uns trocados na compra de um K3, ou essa reportagem estava engavetada, e daí a defasagem.

    Bem, como o meu K2 é meu companheiro de todas as horas não achei ruim vê-lo pousando de bacana nas fotos! hehehehe

    No final do reportagem, ele se perderam com o Sansung e acabaram fazendo o que prometiam não fazer, comparar funções e potenciais dos tablets.

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  2. Concordo com sua crítica e acrescento outra:

    "Pontos negativos: É necessário pagar para converter arquivos para o formato do Kindle..."

    Tem que avisar para o UOL que se paga a entrega do arquivo via g3 e que tem calibre e outros programas disponíveis.

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  3. Olá!

    Fiquei com uma dúvida: A amazon faz a conversão gratuita e se passarmos via USB a gente não paga nada? Outra dúvida, a taxa de 2U$ para baixar livros é cobrada se baixarmos via computador e enviarmos via USB para o Kindle?

    Última questão: comprei um Kindle 3 G a uma semana e a entrega só está prevista para janeiro!! Como eu faço para conter a ansiedade? Alguém tem alguma sugestão?

    Lin

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  4. Lin, vamos de trás para frente:

    1) Contenha a ansiedade sempre lendo Kindle.blog.br :)

    2)A taxa de U$2 é idependente da forma de transmissão. Na verdade ela está atrelada ao endereço que você se inscreveu na Amazon.com.
    A conversão de textos .doc e .txt e .epub é cobrada por kbyte.

    Parabéns pela compra. Será uma revolução na sua vida.

    Abraço,

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