segunda-feira, 13 de maio de 2013

Rapidinha - promoção oferece um kindle paper white.

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o sorteio será somente em junho, mas fica a dica para quem quer arriscar ganhar um kindle. 




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domingo, 12 de maio de 2013

Se Você Gosta De Mistérios, Atenção: Livro Gratuito Por Tempo Limitado!

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Download GRATUITO para Kindle
"Pau que nasce torto: 
Série de Mistérios de Matt Davis"

Escrito por Joe Perrone e
traduzido pela curadora de conteúdo
do eWordNews, Rafa Lombardino,
colaboradora do eBookBR

Baixe a cópia GRATUITA este domingo,
19 de maio, antes que o livro volte para o preço normal.
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terça-feira, 7 de maio de 2013

“O preço do livro”, quem querem enganar?

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Este domingo na parte de tendências e debates da Folha a senhora Karine Pansa, presidente da CBL, publicou um texto abjeto para justificar o estupro intelectual que representa o preço do livro no Brasil. Mais do que torturar dados e usa-los de forma espúria, a brincadeira é esconder o óbvio, o senso comum, e ao contrário do que disse a senhora Pansa, os preços no Brasil são muito altos, inchados e com enorme margem de gordura.

Mas como é de costume, não vamos ficar só nos “achismos”, vamos aos números da Pansa, e os que ela quer esconder.

“Entre 2011 e 2010, o preço médio do livro no Brasil recuou 6,11% nas vendas das editoras ao mercado. No acumulado entre 2004, quando as editoras tiveram isenção do PIS/Cofins, e 2011, a queda foi de 21,8%. Descontada a inflação, significa decréscimo real de 44,9%. Os números constam da pesquisa anual “Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro”, realizada pela conceituada Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).”

Preço médio não representa nada, se resolverem imprimir folhetins mais baratos, o preço médio cai, de jeito nenhum representa que o preço caiu, e eu pergunto a você consumidor de livros, você viu o preço diminuir? Um livro quando está barato é na faixa de R$30,00, a maioria dos que vejo está na faixa entre R$50,00 e R$60,00! Pudera que esperamos promoções de limpa de estoque, só aí o livro é vendido a preços razoáveis, caso contrário, melhor esperar, e isto é refletido nas vendagens irrisórias do mercado brasileiro perto de outros países, aqui quatro mil exemplares vendidos é um sucesso! Óbvio, a este preço, nem lá fora um livro faz sucesso. Pergunto, estou eu mentindo? Exagerando? Ou é isso que vemos em nossas livrarias? E olha a que conclusão chega Pansa:

“Os números mostram que o mercado editorial, por meio da redução dos preços, dentre outras numerosas ações que vêm sendo empreendidas, está avançando na meta prioritária de ampliar o hábito de leitura.”

Consegue acreditar? A despeito da pesquisa de que o brasileiro lê menos. Se os dados anteriores são irrisórios, o que digam os próximos:

“Ainda segundo o DataFolha, os visitantes, que foram 750 mil na Bienal Internacional do Livro de São Paulo em 2012, compraram mais: 82% dos freqüentadores, ante 80% em 2010, adquiriram livros no evento. A média cresceu de cinco títulos, em 2010, para seis por pessoa.”

Pesquisa feita na Bienal Internacional do Livro... qual a sua relevância? Quem vai a uma bienal vai para comprar livros, não vai comprar legumes, certo? Ou será que vão procurando um fogão e uma geladeira mais em conta? O que representa isso para o Brasil? Nada! As pessoas vão ficar esperando uma bienal para comprar livros? Quantos lá foram? Qual a representatividade? Cansa-me ter que retrucar textos de gente tão privada intelectualmente, ou gente que acha que o mundo é feito só de idiotas e ousa falar asneiras tão gritantes.

Vamos a mais uma peça falaciosa:


”O número é 7,2% superior ao registrado em 2010, quando cerca de 438 milhões de exemplares foram comercializados. Do ponto de vista do faturamento, o resultado também foi positivo, e atingiu a casa dos R$ 4,837 bilhões – um crescimento de 7,36% sobre o ano anterior, o que, se descontada a inflação de 6,5% pelo IPCA do período, corresponde a um aumento real de 0,81%.

Esse baixo aumento real do faturamento mostra que as editoras estão trabalhando com pequenas margens, visando prioritariamente manter os preços cada vez mais acessíveis para os brasileiros.”

Editoras trabalhando com pequenas margens? HAHAHAHAHAHAHAHA! Esta só dá para rir, preços acessíveis? E depois querem legalizar as drogas no Brasil! O que ela está tomando?  O texto acima tem uma falácia que de tão velha vem com um nome em latim: “post hoc ergo propter hoc”( "depois disso, logo causado por isso"), ou seja, não há qualquer relação causal entre os dados da pesquisa e a afirmação do segundo parágrafo. E só quem não compra livro cai nesta conversa, quem não sente no bolso. Continuando o desfile de falsidades:

“São visíveis os avanços no sentido de reduzir o preço do livro e promover a sua democratização, o que não condiz com o que foi afirmado no artigo "Direito sem ordem de chegada", publicado por esta Folha no último dia 27.”

Vejam o parágrafo a que Pansa refere-se;

“Como os consumidores estão acostumados ao patamar de preços atual, o valor economizado com a limitação das meias-entradas tende a ser convertido em lucro empresarial --foi o que aconteceu com a isenção de PIS/Cofins concedida ao setor editorial em 2004: as editoras prometeram redução dos preços dos livros, mas os preços permaneceram os mesmos, e o valor da isenção foi incorporado pelas empresas.”

É isto que ocorre, preços não diminuem e livro não é democratizado, o preço alto funciona como uma censura branca, impedindo a leitura do povo mais humilde.

Para fechar com chave de esterco, ela arremata:

“Há, porém, muito a fazer em várias frentes, incluindo o sistema de ensino, as famílias, as entidades de classe do setor editorial e o poder público, em especial por meio de uma efetiva reforma tributária e de medidas positivas como o Vale-Cultura. Se todos fizerem sua parte, o livro passará a ser um direito inerente à cidadania brasileira.”

A velha desculpa do Brasil país do futuro que nunca chega! Tenta agora empurrar a culpa para o sujeito genérico: “a sociedade”. Detalhe, o “se todos fizerem sua parte” é só para encobrir que o lado editorial não faz a sua! E o que nos diz isto de maneira gritante? Livro no Brasil não tem imposto, os encargos trabalhistas são caríssimos, mas os salários são baixos, portanto, não é o nosso gargalo em relação ao preço fora. Um livro de U$15,00 é considerado já um livro caro, fora do Brasil, e sua venda cai muito, isto para um público onde o salário base gira em torno de U$2000, perto do índice de pobreza daquele país, nem consideramos o salário médio, somente o dos mais pobres pois aí a coisa fica ainda pior. O americano considera caro pagar U$15,00 por um livro, e os livros colocados nesta faixa tem vendagens pequenas a não ser que seja o mega bestseller. Qual seria este preço na equivalência do ganho do brasileiro? R$6,00, sim é isto mesmo, os Americanos acham um livro que custa o equivalente a R$6,00 caro! E a despeito de toda esta matemática, livros aqui são mais caros que nos EUA sem fazer a conversão pelos equivalentes do salário. Um livro de U$25,00(R$50,00) já é considerado caríssimo pelos americanos que ganham muito mais que os brasileiros, e a Pansa tem a coragem de dizer que estamos democratizando o mercado, dá para acreditar?

Se a coisa não fosse fedorenta no mercado do papel, no ebook fica ainda pior, não há como justificar o preço altíssimo do ebook no Brasil, é uma ofensa! E sabe quem prospera? A pirataria! Sim, muita gente com os e-readers ainda caríssimos por conta do imposto do PT tira a injustiça do preço pegando livro na internet, os livros piratas estão bombando! E quem sofre com isso é o autor. Pois é ele que deveria ser pago por um livro, foi quem teve o trabalho, e não precisa muito, o que ele ganha das editoras é ínfimo, por conta disto são muito poucos os brasileiros que conseguem viver desta atividade e consequentemente terem tempo para trabalhar um livro como se deve. Com preços abusivos o consumidor sente-se roubado, injustiçado, o preço do livro no Brasil não é razoável, se fosse menor as pessoas encontrariam um senso de justiça em pagar ao autor por seu trabalho, mas quem paga é um otário, financia uma máquina parasita, gorda e mesquinha que só quer saber de encher a pança de dinheiro, pensa com o excólex e vive esta vida solitária.

Alex
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sábado, 27 de abril de 2013

No Brasil da ignorância o governo ainda cobra imposto no livro.

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* Este texto é longo, se quiser ler no e-reader, pode usar o Dotepub


Sim amigos, a máscara caiu, ficou claro que o governo PT não quer o brasileiro educado, e faz de tudo na surdina para sabotar a educação verdadeira, a que dá consciência, a que liberta; e aqui vamos a mais um capítulo em nossa batalha para dar ao brasileiro acesso ao livro, coisa já garantida na constituição, mas que não existe na prática, pois o livro de papel mesmo sem imposto é caríssimo, muito mais custoso que em países do primeiro mundo que tem renda muito maior, fazendo do povo de nosso país um bando de coitados ignorantes sem responsabilidade ou domínio da própria vida frente a um sistema democrático burocrático e hipócrita.

Pode parecer incrível, mas a sabotagem ao ensino começou com a revolução de 64, o golpe militar que tomou o poder pela força e instituiu no Brasil uma nova ditadura, de longe os maiores opositores da ditadura eram estudantes, sejam secundaristas ou universitários; até 64 a educação no Brasil crescia com vetor virtuoso, apesar de ainda não ser universal, o estado oferecia educação consciente e crítica da melhor qualidade, com professores bem remunerados e valorizados, e o que é melhor, mestres de mérito, comprometidos com o ideal de educar para liberdade, para a consciência. Esta população educada, ainda em número pequeno perto do total dos brasileiros, formou o núcleo mais duro de resistência aos desmandos do governo autoritário. Não estou falando aqui de movimentos de esquerda, que apenas queriam uma ditadura de cor diferente e sob seu controle, falo de cidadãos preocupados com direitos e liberdades fundamentais. Na época pensar de forma lógica, ter bons argumentos, conhecer a história era motivo para ser tachado de esquerdista, só o fato de não ser ignorante e não acreditar nas mentiras do governo já lhe rendia o rótulo “esquerdista”. É incrível como hoje, o mesmo pensamento lógico e independente, protegendo as liberdades individuais lhe rende o rótulo de “direitista”. É tática de toda ditadura, que não pode confrontar-se com a verdade, pois perde, assim foge ao debate, usa de subterfúgios dos mais variados para não embrenhar-se em um debate lógico de argumentos e contra argumentos, pois perde. Argumentar significa ter cultura para articular um debate lógico, ditadores sempre banham-se na ignorância pois não há argumentos para defender a mentira, já disse Schopenhauer em seu ensaio sobre dialética: “Therefore, when Aristotle speaks of Dialectic, we must include in it Sophistic, Eristic, and Peirastic, and define it as "the art of getting the best of it in a dispute," in which, unquestionably, the safest plan is to be in the right to begin with; but this in itself is not enough in the existing disposition of mankind, and, on the other hand, with the weakness of the human intellect, it is not altogether necessary.” Sabotar a educação é a melhor maneira de garantir que a mentira não seja exposta, manter o povo em estado de fragilidade intelectual, é por isso que as pessoas que pensam eram chamadas de esquerdistas na ditadura militar e hoje com o mesmo pensamento, procurando a verdade, no governo ditatorial do PT são rotulados direitistas. O governo militar usou as armas da nação para tomar o poder, o PT usa o dinheiro da nação para tomar o poder, ambos com o mesmo propósito e o mesmo método, instalar a ditadura e acabar com a educação que liberta, que é de verdade, pois ela sempre será contra a mentira.

Livros ao longo da história tem sido a principal base do pensamento independente, a melhor maneira de treinar o intelecto, ganhar cultura; foi a prensa de Gutenberg que permitiu ao livro popularizar-se e acabar com mil anos de ignorância, mil anos de escuridão. A constituição de 88 definiu cultura e educação como direitos dos brasileiros e dever da nação, e para garantir estes direitos, ao governo é vetado tributar livros ou revistas, e para que a tributação não seja efetuada de forma cruzada, os insumos necessários a livros e periódicos também são protegidos do imposto, por isso o papel necessário ao livro não pode ser tributado, além de acesso a cultura e educação, a proibição de taxar publicações garante a liberdade de expressão, outro direito do brasileiro, pois através de imposto, o governo pode impedir a circulação de livros e assim praticar uma forma de censura. Pois é isto que ocorre atualmente, censura através do imposto sobre ebooks e e-readers.

A ditadura de 64 achava livros e liberdade de expressão coisas perigosas para a manutenção do poder contra o povo, o PT também considera livros e liberdade de expressão coisas perigosas para sua manutenção de poder com mentiras contra o povo, por isso ambos são a favor da censura, contra a liberdade de expressão. Apesar de livros de papel serem livres de impostos, existe no Brasil uma forma de censura branca, que faz com que livros custem muito caro, negando ao brasileiro acesso e restringindo o conteúdo ao que é da conveniência de editores, que à sua maneira estão acorrentados ao governo que representa financeiramente 45% do volume monetário do setor. O mercado editorial brasileiro já está dominado, o ebook com o conforto do e-reader pode acabar com este controle, por isto que é taxado, para ficar menos acessível ao brasileiro de baixa renda, mais carente e mais ignorante, vítima preferencial das mentiras do governo. É uma questão ideológica, uma vez que só os ignorantes aderem a ideologias, por isso que quem pensa era classificado de esquerdista em 64 e direitista hoje, é um inimigo da ideologia que precisa da ignorância para prevalecer.

A raiz da censura branca que pratica-se no livro brasileiro é o custo de papel e impressão, que mesmo sem imposto são caríssimos para os independentes, mas baratos para os grandes, um livro que um grande imprime por R$5 a unidade, um independente paga só de custo R$25, e ambos cobram  R$35 para o consumidor, com isto a liberdade de expressão fica subsidiada ao poder econômico, e como as editoras já estão sob controle financeiro pelas verbas do governo, o resultado é o que temos, com 75% da população brasileira sem domínio da leitura. A literatura eletrônica, com o conforto do e-reader, pode acabar com esta realidade nefasta, extinguindo o domínio financeiro sobre o que é publicado, e fazendo os livros mais baratos para o brasileiro de menores posses. O fato do ebook ser replicado sem custo, faz com que livros possam ser vendidos muito mais baratos, mas como vocês viram, não é o que ocorre, as editoras tradicionais estão vendendo os ebooks a preços altíssimos uma verdadeira imoralidade, querem aumentar seus lucros em prejuízo da cultura do brasileiro. Mas se os brasileiros tiverem um e-reader em mãos, podem fugir deste domínio e ter literatura barata e de qualidade, por isso o aparelho ainda sofre com o imposto, para torna-lo inacessível ao povo pobre. Sem imposto um e-reader pode custar o preço do celular mais barato, aparelho que hoje está na mão de todos os brasileiros, ainda, pode-se comprar livros mais baratos que um minuto de ligação no pré-pago, ou ter acesso a livros gratuitos.

O livro sempre tem sido esteio e pedra basilar de toda educação, sem ele não há educação de verdade. Quando o governo toma medidas para inviabilizar o livro, é um ato claro de sabotagem à educação, acontece que dizer isto em voz alta, admitir que esteja ativamente sabotando a educação, pois depende da ignorância do povo para manter-se no poder, é algo impensado, pois mesmo o brasileiro mais humilde e mais ignorante tem a educação escolar em alta conta. Dizer que precisa de um país de otários ignorantes não vai render votos ao governo, muito ao contrário, por isso precisam disfarçar e não ser contra o livro diretamente, mas de forma obliqua, como fazem hoje!

Quando falamos da constituição brasileira de 88, não estamos nos referindo apenas a este documento assinado nesta data, mas a toda uma linha histórica que vem dos pensadores atenienses e sua rudimentar democracia, aos textos mal interpretados de Rousseau sobre igualdade que fomentaram os assassinatos jacobitas e a crueldade de Robespierre, à raiz do nosso direito que remonta à república romana, o pensamento de Emerson e Thoreau; muito coagula-se na carta, o estado técnico do processo de organização social ao qual chamamos de democracia. Já se sabia no embrião democrático que circulava nas polis de Atenas que educação é imprescindível para democracia, para o exercício da cidadania, é por este motivo que professores eram pagos para ensinar os cidadãos a debater, estes formaram a primeira classe média da história, os chamados sofistas. Junto com a arte de debater para encontrar a verdade também veio o meio de debater para não se chegar à verdade mas apenas para prevalecer a idéia, e nisto vimos nos textos de Platão, a batalha de seu mestre Sócrates para desmascarar a farsa e tentar chegar à verdade. Assim, de sofistas veio o verbo sofismar. Da vida na polis (cidade) e das interações necessárias com outros seres humanos nestes aglomerados veio a política, não esta asquerosa e interesseira que hoje cunha o termo, mas o simples ato de viver em cidade, ser cidadão, ninguém escapa da política, a não ser que siga Rousseau e como comentou Voltaire: ande de quatro e coma capim, isolado de todo contato humano, pois onde houver contato humano há política, mas não a má política, que fez Rousseau condenar a vida em sociedade e adotar a estúpida idéia de um homem puro e virtuoso em estado natural, a falácia do bom selvagem.

Quando os ignorantes querem afastar o cidadão da política, seu direito, e consideram política apenas este festival de horrores perpetrados por políticos profissionais, estão em realidade querendo alijar o cidadão da própria vida, escravizar! Política é meio e nunca fim, se vira fim já ficou pervertida, caso patente nos atos asquerosos dos políticos profissionais.

Mas o cidadão deve interpor-se para lutar por seus direitos, e esta é a boa política, diz o parágrafo único do artigo primeiro: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.” Antes dos três poderes da república, existe o povo, que pode e deve exercer o seu poder diretamente, não só através de seus representantes. Um dos fundamentos do artigo primeiro é a cidadania, e ela só pode ser exercida através da política. Assim, cuidado, desconfie dos que querem usurpar desta prerrogativa e tomar o poder em suas mãos e assim tomar de vocês a vida. Independente de quais são nossos direitos, existe um princípio que é basilar em todas as constituições modernas e vem com o entendimento de milênios de história. Um direito só é direito, quando é igual para todos, assim vem o artigo quinto: “Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:”.

Nossa constituição considera educação e cultura direitos do cidadão e dever do estado, assim como a liberdade de expressão, direito fundamental desde as polis de Atenas, assim, o livro como veículo de expressão, educação e cultura é protegido da cobrança de impostos pelo estado: 

DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR
Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
VI - instituir impostos sobre:
d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.

O povo é a fonte de todo poder e a constituição está acima de todos os poderes, mas como anda o direito ao livro em cada um dos poderes?

O executivo hoje é do PT com Dilma na figura de presidente, é ela que cobra imposto no ebook, é ela que não quer o livro livre! Mas não pode admitir que pratique esta sabotagem explícita à educação, e assim tenta culpar os outros, mas a cada dia fica mais difícil, e todo este tempo tem mostrado que só a luta política desgastando o governo é que vai permitir que o brasileiro tenha livros livres. Dilma não quer os livros livres de impostos pois o setor editorial já está dominado, como preconizam os documentos do partido, permitir o ebook com a facilidade do e-reader iria tirar este controle já presente. O governo poderia tirar os impostos sem consultar ninguém, deixando para que as contestações ocorram no judiciário, mas não é do seu interesse, bloquear o acesso do cidadão ao livro é sim do seu interesse! Em um caso análogo podemos ver o comportamento do governo ao implantar o sistema de cotas, que viola de maneira frontal o texto constitucional e mais ainda, um dos princípios basilares de todas as constituições, que todos são iguais perante a lei. Mesmo sendo contra o texto explícito da constituição o governo implementou o sistema e deixou para o supremo o questionamento de sua constitucionalidade. Não com o ebook, por isso, esta é só mais uma desculpa para evitar que o livro seja popular e o peleguismo das editoras seja contornado. Primeiro o governo instituiu as cotas como poderia acabar com o imposto do livro, pois é muito mais sensato sua interpretação do que violar o artigo quinto, e não importa que os ministros do supremo tenham aprovado a violação, na prática a verdade é que hoje o Brasil é oficialmente um país racista, violando o principio básico de todas as constituições.

É incrível como Dilma no governo esconde-se e foge ao debate, nunca, e digo nunca deu uma entrevista livre com todo o contraditório, mas não é de se espantar, esta é uma característica de todas as ditaduras, que não podem enfrentar o debate livre. O governo não tem argumentos para justificar seus desmandos, vejam que incrível pilantragem que inventaram: acabar com a pobreza extrema, algo que já não existe no Brasil a décadas, pelo menos não os pobres extremos que não existem na classificação do governo. Com bolsa família ainda temos pobreza extrema? É um programa ridículo como o fome zero do Lula, que teve que adotar os programas de bolsa do PSDB que alcunhou de bolsa esmola, pois chamava-se bolsa escola(para manter as crianças na escola), uma vez que não haviam famélicos no Brasil, mas sim pessoas gordas, mas mal nutridas pois não tem educação nem fundos para escolher bem os alimentos. Deixe-me dizer quem no Brasil está em estado de pobreza extrema, os que não tem acesso aos livros nem à educação, esta é a verdadeira pobreza extrema, no tempo da interntet, da informação livre, 75% da população brasileira é de deficientes educacionais, e o remédio que pode curar esta distorção é o livro, boicotado pelo governo, a quem não interessa educação. Não lhe parece óbvio que uma presidente e um partido que se sustentam na ignorância do povo precisam sabotar a educação consciente de verdade? Como justificar o mensalão? O tráfico de influência da Erenice Guerra? A amante do Lula e um incrível número de pilantragens carinhosamente chamadas “mal feito” pela presidente? Só com um povo ignorante sendo tapeado, tratados como otários, indignos da cidadania.

Infelizmente nosso regime presidencialista não é exatamente de igualdade de poderes, o executivo é quem tem a chave do cofre do dinheiro pago em escorchantes impostos pelos cidadãos brasileiros, e é muita grana! Se o Brasil é um país pobre, só pode ser de espírito, pois dinheiro, para o governo não falta; falta para educação, saúde e segurança do povo, mas para as negociatas, para os estádios da copa e seus penduricalhos sempre sobra. E assim, controlando o dinheiro, controlam o congresso, com o aviltante leilão da máquina pública em troca de apoio no congresso. O mesmo que se fazia no mensalão só que agora em vez de pagar em dinheiro vivo desviado do governo pagam em pedaços do governo para os partidos se locupletarem e fazer os seus “mal feitos”.

Ou Seja, nem Dilma nem o PT querem livro e educação de qualidade, mas não podem admitir, devem mentir, para manter os seus currais eleitorais, como faziam os coronéis, hoje oficiais. Como se sustentam na mentira precisam esconder qualquer fiapo de verdade, não permitem o debate livre pois a mentira será revelada, isto já aconteceu na história, mil anos de escuridão precisaram da inexistência dos livros, os mesmos que Dilma e o PT querem acabar.

No legislativo controlado pela maioria governista, o ebook também tem sido protelado em manobras oblíquas, ninguém quer levar a pecha em uma eleição de votar contra o livro, assim inventam manobras para que o projeto do senador Acir Gurgacz não vá às vias de fato da votação. O projeto foi aprovado no senado, com o governo se manifestando frontalmente contra, demorou dois anos por lá! Agora na câmara estava sob a tutela exclusiva de petistas, primeiro do presidente da câmara Marco Maia do PT que podia ter simplesmente submetido à votação e mostrado quem é quem na batalha pelo livro, mas mandou para as comissões, a de Educação e Cultura presidida pelo petista Newton Lima neto e a redatora do projeto é também a petista Fátima Bezerra, e para a comissão de “Constituição e Justiça e de Cidadania” onde o presidente coincidentemente também era petista: Ricardo Berzoini. Basta dizer que não fizeram nada a justificar os enormes salários e privilégios que recebem. Ainda pagamos imposto em ebooks e e-readers! Mudou-se a legislatura, a comissão de educação e cultura foi dividida em duas: Educação e cultura e o projeto voltou à estaca zero! Agora a presidente da comissão de Cultura é a deputada Jandira Feghali do PCdoB e a redatora é novamente a depudada Fátima Bezzera do PT. Para piorar um pouco a proposta do senador Gurgacz recebeu quatro emendas, assim, mesmo que aprovada deve voltar ao senado no caso das emendas serem aprovadas. Parece piada para ti? A mim também! Quando um menor vagabundo sem nome assassina a sangue frio o jovem Victor Hugo Deppman, a culpa é da educação, mesmo o “dimenor” a dois dias da maioridade estar bem educado e entregar-se não à polícia, mas ao órgão encarregado de medidas sócio-educativas(impunidade), que lhe garantirão escapar rapidamente de crime tão hediondo. Mas se a culpa é da educação não seria o caso de pararem com as protelações e fuga de responsabilidade e aprovar em medida de urgência o fim do imposto ao livro? Quantos mais jovens vão morrer com esta desculpa esfarrapada? E se educação é tão importante, por qual motivo o governo impõe tantas barreiras? Por que são hipócritas! Não querem acabar com a maioridade penal e também não querem que o povo tenha livros, educação, cultura, cidadania, pois aí pode aparecer mais textos como este por aí.

Cabe a você pressionar o legislativo, se eles querem fugir da responsabilidade, não caia nesta ladainha, aponte o dedo com firmeza e diga os nomes de quem é contra a educação! Quem sabe assim educamos o povo e estes vagabundos não sejam eleitos novamente. Cole a pecha em quem é contra a educação, nem os mais humildes votam em criaturas tão pusilânimes.

Agora vamos à história do ebook no judiciário: Muita gente conseguiu liminares isentando a cobrança de imposto na importação de e-readers, pois muitos juizes consideram ponto pacífico sua equiparação ao livro, assim uma interpretação sistemática e teleológica, mostra que a lei não foi feita para proteger papel, mas sim o direito de expressão e a difusão de educação e cultura. O próprio ministério público manifestou-se a favor do entendimento de que ebook e e-reader são equiparados ao livro e assim tem imunidade tributária. Em decisão recente contra a Livraria Cultura uma desembargadora decidiu por não permitir a isenção dos impostos, não por mérito, mas por achar que o assunto não permite decisão liminar e deve ser julgado no mérito. É matéria constitucional, portanto, quem vai dirimir a questão é o STF.

No STF as coisas não andam bem, apesar do judiciário ser essencialmente um poder de ordem técnica, tendo como seus membros pessoas com conhecimento jurídico e atreladas ao entendimento do texto legal, sabemos que a coisa não é bem assim. O próprio julgamento do mensalão nos mostrou uma politicagem do pior nível, ao vivo e a cores em cadeia nacional. Se a postura do ministro revisor nos mostrou o pior do discurso vagabundo e do clientelismo político, com teses aviltantes, foi na figura de Dias Toffoli que a coisa teve seu pior panorama, foi deixado lá para não complicar ainda mais o julgamento, mas como tem envolvimento com os réus, é parte interessada, devia declarar-se impedido, na própria sabatina do senado lhe fizeram esta pergunta, e o mesmo violou todo o senso comum de justiça. É um caso único, um membro do supremo deve ter notável saber jurídico e reputação ilibada, nunca foi o caso de Toffoli que tomou pau em dois concursos de primeira instancia e fez sua carreira jurídica como indicado pelo PT. Nunca um jabuti foi colocado em galho de árvore tão alto, foi uma indicação política, grosseira! Não que os outros membros da corte não tenham indicação política, mas o caso de Toffoli foi especial, pois o assessor de José Dirceu é um inepto, mas é um peão do PT, e não é só a indicação que diz isto, o episódio de verdade etílica perpetrado pelo jabuti não deixa dúvidas “In Vino Veritas”. Participando de uma festa no bar de um dos advogados dos réus do processo que julgava, encheu a cara e disse como mostra o UOL: “Em dado momento, ministro(Toffoli) declarou que o Zé Dirceu [de quem é amigo e ex-assessor] escreve no blog do jornalista, e outro dia o "canalha" o criticou. "Não gostei de tê-lo encontrado aqui. Não gostei”, disse. “Chupa! Minha **** é doce!”,. Se não bastasse o vexame, tirar os sapatos e colocar os pés sobre a mesa, provou que não tem o menor conhecimento do que é o julgamento ao dizer apenas se votava a favor ou contra sem referendar sua argumentação. Os Juizes do supremo não podem dizer apenas sim ou não, a favor ou contra, tem que fundamentar seu voto, é parte do procedimento técnico, que em caso inédito e em cadeia nacional Toffoli violou. Porque falo tanto dele? Pois é justamente o vassalo do PT que é o relator do recurso extraordinário (RE330817) que irá a plenário para decidir sobre a cobrança de imposto e sua inconstitucionalidade. Como bom petista ele já negou o entendimento teleológico e disse ser a constituição partidária do papel independente dos princípios básicos a que defende. Não há o que esperar deste jabuti vassalo do PT, mas vamos ver o que aparece no debate ao vivo e a cores quando o processo surgir no tribunal. A legitimidade da corte tem sido posta em cheque; ou vassalos do poder de turno, coisa que não deveriam, ou verdadeiros defensores da constituição e do direito dos brasileiros.

Como vocês sabem, aqui, em uma página de leitores, podemos nos aventurar em textos mais longos e profundos, aqui está todo o panorama da batalha pelos livros e educação em curso no Brasil. O executivo, vulgo Dilma, só vai liberar o imposto se ver que a situação está ficando feia para si, com o fato pesando eleitoralmente como argumento forte para não se votar no PT. O legislativo pode protelar mais alguns anos a não ser que os responsáveis por tal comportamento sejam culpados diretamente e sintam que isto vai lhes pesar na eleição. O judiciário, vulgo o supremo, vai ter que apoiar-se em tecnicalidades ridículas para ter argumentos que ignorem toda hermenêutica legal, mas é quem pode resolver este problema fundamental com mais presteza, pois a lei já existe, está na constituição, livro eletrônico cada vez mais é o próprio livro, nos EUA já representa mais de um quarto, aqui ainda engatinha por conta das barreiras governamentais, aí é que fica difícil o argumento no supremo para dizer que livro não é livro, que livro eletrônico não é livro e que o e-reader seu suporte, não faz parte integral do mundo da leitura.

Vamos ver no que dá, estamos aqui incondicionalmente em favor de livros e educação, é o nosso prazer, e exercemos assim nossa cidadania, escrevemos porque podemos, ainda podemos, mesmo que muita gente tenha medo e sinta-se constrangida em exercer seus direitos, já perdemos estes direitos na ditadura, querem novamente cancelar nossos direitos e fazer do país uma nova ditadura; ainda podemos falar, não vamos deixar! Não se deixe constranger por discursos vagabundos, ou o não discurso de bate-paus pagos na internet e fora dela; não se deixe intimidar por um governo persecutório que diferencia o nós do eles, somos todos brasileiros e quem diz isso em cadeia nacional com o nosso dinheiro merece ser deposta!

Alex
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segunda-feira, 22 de abril de 2013

O que acontece quando seus direitos autorais são violados?

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Você já parou para pensar no que faria se os seus direitos autorais fossem violados? Imaginem só: você se esforça, investe boa parte do seu tempo, aprende muita coisa na marra e, finalmente, lança um livro. Aí vem alguém e joga os seus direitos autorais na lama!

Foi isso que aconteceu com José Geraldo Gouvea, autor e tradutor. Ele escreveu o ótimo artigo "O escritor e a sua 'mania de aparecer'" para falar sobre o que aconteceu depois que ele traduziu para o português "A casa no fim do mundo", de William Hope Hodgson.

Vale a pena dar uma olhadinha e ficar de sobreaviso para o mesmo não acontecer com você...
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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Kobo comerciara e-reader top de linha em 25 de abril.

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Quem lê o blog com freqüência sabe que fazemos uma distinção bem marcada entre e-readers com e-ink e tablets em geral, pois o conforto e a capacidade do e-reader em substituir o papel é diametralmente oposta aos tablets. Um e-reader é uma ferramenta de leitor, substitui bem o papel para qualquer tipo de leitura, o tablet é um leitor impotente, e se tiver alguma dúvida, saia de casa para ler com seu tablet em um dia claro. Mas contrariando toda experiência e lógica, muita gente insiste em uma briga tablets versus e-readers, como se fossem aparelhos semelhantes, é como comparar livros com sapatos, e quem compra sapatos não compra livros, parece absurdo? E é! Mas os tablets vivem querendo competir com os e-readers e tomam uma sova homérica. Tablet é um gadget que faz muita coisa, mas uma delas não é ser um bom leitor; para a maioria das pessoas um tablet substitui um computador de mesa, mas o tamanho e a bateria de um tablet o excluem para aplicações pesadas, assim nunca serão competidores; cada coisa em seu lugar, cada ferramenta para sua tarefa e tablet não é a ferramenta para o leitor.

Leitor, por óbvio que seja, é a pessoa que gosta de ler, e isto implica em um certo comprometimento com a leitura, um leitor tem apreço e uma exigência que os não leitores ou leitores eventuais não tem, ele quer conforto, dedica seu tempo e investe na leitura, por isso há espaço para dispositivos mais específicos, cobrindo nichos diferentes. A Kobo percebe isso, e na sua linha de leitores não só há telas de 6”, como também o Kobo mini com 5” que é mais portátil, preenchendo a necessidade do leitor que quer um e-reader para todas horas e locais, simples, leve mas capaz e confortável.

Na linha de suprir as demandas de leitores mais exigentes, a Kobo lança agora o Kobo Aura HD, o e-reader top de linha do mercado com preço de U$179, tela um pouco maior com 6.8” e alta definição: 1440x1080. Possui iluminação como os últimos lançamentos, o dobro de memória que seus antecessores: 4Gb e a mesma possibilidade de expandir com mais 32Gb, a bateria também dura mais, quase dois meses. O processador tem 1GHz, suficiente para não ser percebido. Muita gente tem dito que será o principal reader para mangás, mas é um reader maior em tela, peso(240g), resolução e memória. O topo de linha do conforto para os leitores que querem investir um pouco mais em seu prazer. Uma boa surpresa no mercado, 25 de abril é a data de venda fora do Brasil, sabe-se lá quando chegará por aqui, mais uma ferramenta para fomentar a leitura e desvanecer as sombras da ignorância que em terras tropicais obscurecem o sol.

Alex
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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Epub Clean Code

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Pessoal comecei o desenvolvimento de um aplicativo online que serve para limpar o código de arquivos ePubs feitos à partir de conversão automática, como os arquivos convertidos de PDF do calibre.
Esta ainda é a versão alpha da ferramenta e está apenas no front-end, por hora você deve colar o seu código na base do ctrl+c ctrl+v para que ele seja limpo, com o tempo pretendo desenvolver todo o sistema para que você apenas envie seu arquivo epub que o programa abrirá os códigos.
Preciso da ajuda de todos para testá-lo e pedir melhorias, é o meu primeiro projeto de Software Livre e espero que agrade.
http://paulohcarvalho.github.io/epubCleanCode/
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